26 de fevereiro de 2025
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Polícia prende funcionários de concessionária que furtavam veículos e deram milionário

FOTO/DIVULGAÇÃO

A Polícia Civil prendeu funcionários de uma concessionária em Manaus que são suspeitos de furtar 34 veículos e gerar um prejuízo acima de R$ 5  milhões. Nesta quarta-feira (26), O delegado Rodrigo Barreto comentou sobre a prisão de funcionários da loja de veículos Auto Parvi.

Em dezembro do ano passado, a Auto Parvi realizou uma auditoria surpresa e notou a falta inicial de 10 carros. Todos os funcionários do setor de seminovos alegaram desconhecer o paradeiro dos veículos. Em razão, disso, a concessionária decidiu registrar os primeiros 10 boletins de ocorrência.

Inesperadamente, dois dias depois a empresa relatou a falta de mais 24 carros e descobriu que alguns veículos já haviam mudado de propriedade. O caso levantou suspeitas sobre a participação de funcionários.

De acordo com o delegado Guilherme Torres, o grupo revendeu os veículos após os furtos. Até o momento a polícia conseguiu recuperar 16 carros. Seis funcionários que estavam envolvidos no esquema criminoso já passaram pela demissão.

“Esse grupo já causou várias vítimas, incluindo a concessionária e terceiros de boa-fé que compraram os veículos.”, afirmou Torres.

Funcionamento do esquema criminoso

Rodrigo Barreto detalhou como o esquema operava na concessionária sem levantar suspeitas. Havia uma clara divisão de tarefas entre os envolvidos, facilitando a operação ilegal. “O gerente Murilo, líder do grupo, subtraía os carros e fraudava a entrada e saída. Ele repassava os veículos para Ivan, da Aguiar Veículos, que os vendia para pessoas de boa-fé”, explicou.

Murilo movimentou mais de R$ 20 milhões em suas contas de forma suspeita. “Ele gravou áudios se justificando e movimentou R$ 2,4 milhões em apenas seis meses, ganhando entre R$ 7 a R$ 8 mil por mês”, destacou o delegado.

Polícia investiga e busca ressarcimento para vítimas

A polícia registrou mais de 60 boletins de ocorrência pela empresa e pelas vítimas. O foco agora é rastrear o dinheiro para ressarcir as vítimas e capturar Ivan, que fugiu para o Maranhão, além de outros suspeitos.

“Conseguimos bloquear várias contas bancárias e quebrar sigilos telefônicos, fiscais e bancários. Nossa operação terá outras fases. Estamos atrás do caminho do dinheiro”, finalizou Rodrigo.

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