17 de janeiro de 2026
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Tuta, chefe do PCC, é preso na Bolívia após tentar renovar documento falso

Ele usava o nome Maycon Gonçalves da Silva, já registrado em bancos de dados internacionais

Foto: Divulgação

Marcos Roberto de Almeida, o Tuta, apontado como um dos chefes do PCC e foragido da Justiça brasileira há cinco anos, foi preso pela polícia boliviana em Santa Cruz de la Sierra ao tentar renovar um documento com identidade falsa.

Ele usava o nome Maycon Gonçalves da Silva, já registrado em bancos de dados internacionais. Um agente boliviano acionou a Polícia Federal brasileira, que confirmou a verdadeira identidade por meio da base biométrica. A Interpol também auxiliou no cruzamento de informações.

Condenado a 12 anos por organização criminosa e investigado por lavagem de dinheiro, Tuta tem dois mandados de prisão em aberto. O Ministério Público de São Paulo o considera um dos principais líderes do PCC, possivelmente o número um após a transferência de Marcola para um presídio federal.

Segundo o promotor Lincoln Gakiya, o PCC espalhou boatos de que Tuta teria sido expulso ou estaria morto, numa tentativa de despistar as autoridades.

Tuta passará por audiência neste domingo (18), na Bolívia, que definirá se será expulso ou extraditado. Em caso de expulsão, a PF poderá buscá-lo de avião. A extradição, no entanto, deve levar mais tempo.

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