Um ataque fatal de onça-pintada vitimou um indígena do povo Hupda, no Distrito Pari-Cachoeira, uma comunidade próxima à tríplice fronteira, interior do Amazonas. Populares encontraram o corpo nas proximidades de uma área de floresta, na última sexta-feira (18).
A princípio, comunitários da região afirmam que a onça-pintada já vinha atacando animais de estimação. Um residente contou que perdeu seu cachorro na semana anterior:
“Semana passada pegou meu cachorro. Ele era grande, foi aqui pertinho de casa. Agora está atacando gente mesmo.”
Ademais, o o aumento dos ataques fez crescer o temor na região. O que antes acontecia raramente, agora se tornou uma ameaça constante à segurança da população local.
Lideranças indígenas e especialistas agem
Lideranças indígenas estão monitorando a presença do animal. Elas uniram esforços para proteger os moradores. Ao mesmo tempo, especialistas em vida selvagem foram acionados e alertam para o risco de novos ataques.
A situação exige vigilância constante. A comunidade pede medidas imediatas que garantam segurança sem comprometer o equilíbrio com a natureza.
Convivência com a fauna exige equilíbrio
Por fim, o caso reacende o debate sobre o conflito entre segurança humana e preservação ambiental. A presença de grandes predadores em áreas habitadas é um reflexo da degradação dos habitats naturais. Encontrar soluções sustentáveis se tornou urgente.