A Polícia Federal deflagrou uma operação que revelou um plano de assassinato contra autoridades brasileiras em novembro de 2024. De acordo com as investigações, o grupo criminoso era composto, em sua maioria, por militares das Forças Especiais do Exército (FE), conhecidos como “kids pretos”.
Lula, Alckmin e Moraes eram os principais alvos
Primeiramente, a PF apontou que o plano previa os assassinatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Os crimes estavam planejados para acontecer em 15 de dezembro de 2022, exatamente três dias após a diplomação de Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A estratégia incluía envenenamento das vítimas, além do possível uso de armas pesadas para o ataque, caso o plano químico falhasse.
Arsenal de guerra seria utilizado no atentado
O grupo chegou a reunir um verdadeiro arsenal de guerra, composto por:
- Pistolas;
- Fuzis;
- Metralhadora;
- Lança-granada.
Além disso, os criminosos monitoraram os passos de Alexandre de Moraes com frequência, indicando ações de inteligência prévias ao ataque.