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15 de março de 2026
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Atletas acusam presidente do Flamengo de extinguir pararemo por decisão pessoal

Gessyca Guerra e Michel Pessanha foram desligados do Flamengo — Foto: Satiro Sodré/Remo Brasil

Atletas dispensados do pararemo do Flamengo acusam o presidente do clube, Luiz Eduardo Baptista (Bap), de ter encerrado a modalidade por falta de interesse pessoal. A decisão desmontou a única modalidade paralímpica do clube e também resultou no desligamento do multimedalhista olímpico Isaquias Queiroz, além de outros canoístas.

Além de Isaquias, deixaram o Flamengo os atletas Gabriel Assunção, Mateus dos Santos e Valdenice do Nascimento, além do quarteto do pararemo formado por Michel Pessanha, Gessyca Guerra, Diana Barcellos e Valdenir Junior. Em entrevista à ESPN, eles afirmaram que a diretoria justificou o corte alegando que o presidente não queria manter esportes paralímpicos no clube.

Segundo os atletas, havia expectativa de redução da equipe, mas não de encerramento da modalidade. Entretanto, a diretoria tomou a decisão pouco antes do Natal e a tornou pública no dia 5 de janeiro. Gessyca Guerra afirmou que a justificativa não foi financeira, mas relacionada à falta de interesse da gestão em manter atletas com deficiência.

Michel Pessanha também criticou a atual administração, afirmando que, diferentemente de gestões anteriores, não vê apoio às pessoas com deficiência.

Procurado pela imprensa, o Flamengo informou que não irá se manifestar além da nota oficial divulgada, na qual alegou “questões estruturais” para a decisão e agradeceu aos atletas desligados.

 

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