São Paulo – Um vídeo que circula nas redes sociais gerou indignação ao mostrar um homem pressionando a esposa a manter relações sexuais apenas oito dias após o parto. Chorando, a mulher afirma estar em resguardo e diz que recebeu orientação médica para não ter relações nesse período.
Mesmo assim, o marido insiste e ameaça procurar outras mulheres caso ela não “quebre o resguardo”. A cena viralizou e recebeu milhões de visualizações, com ampla solidariedade à mulher e críticas à atitude do homem.
Internautas destacaram a vulnerabilidade do puerpério e a necessidade de apoio emocional. O resguardo, que dura em média 40 dias, envolve cicatrização e readaptação do corpo feminino, e a retomada precoce da vida sexual pode causar infecções e hemorragias.
Especialistas afirmam que a pressão e as ameaças caracterizam violência psicológica e violam a autonomia e a saúde da mulher. O caso reforça a importância de informação, empatia e combate a comportamentos abusivos no pós-parto.
Veja vídeo:
