10 de janeiro de 2026
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Novos desdobramentos na investigação sobre quem mandou matar Bolsonaro aponta que Jean Wylly está envolvido

“Luciano Mergulhador”, a última testemunha viva que esteve com Adélio Bispo, autor da tentativa assassinato do então candidato eleito, Jair Bolsonaro, desmentiu durante vídeo-denuncia na noite deste domingo (27), o inquérito da Polícia Federal (PF), onde o criminoso foi absolvido por “doença mental”.

Em live do jornalista Oswaldo Eustáquio, Mergulhador, que aparece ao lado de Adélio em uma foto que circulou por todo o país, afirma que Adélio era uma pessoa absolutamente normal e não “maluco”.

De acordo com Luciano, a Polícia Federal (PF) nunca o procurou e ele ainda afirma que Adélio já esteve com o ex-deputado federal, Jean Wylly e que frequentava seu gabinete.

“Lá no Congresso Nacional, no anexo 4, tem um deputado federal que seria um bom político”, teria dito Adélio a Mergulhador. No anexo 4, ficava o gabinete do Psolista.

Na manhã desta segunda-feira (27), de acordo com Eustáquio, Mergulhador foi procurado pela Polícia Federal (PF) pela primeira vez. Desde o começo da gestão Moro, que acabou na sexta-feira (24), ele nunca tinha sido chamado para prestar depoimento.

O deputado federal Bibo Nunes comentou na tarde desta segunda-feira (27), sobre o ocorrido: “A Polícia Federal já está investigando quem mandou matar Bolsonaro. E tem a ver com o ex-deputado Jean Wyllis, que se mandou do Brasil. E com o Moro não tinha investigacão alguma…”

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