27.3 C
Manaus
3 de abril de 2026
Brasil

Após virar colunista, Moro pode perder mesada de R$ 30 mil

Sem poder trabalhar até outubro por decisão do Conselho de Ética Pública da Presidência, o ex-ministro Sérgio Moro virou alvo do Ministério Público de Contas após o ex-juiz federal começar a atuar como colunista da Revista Crusoé e a escrever com frequência no O Globo.

O Subprocurador-Geral do MP de Contas, Lucas Rocha Furtado, pediu ao Tribunal de Contas da União (TCU) a suspensão de uma “mesada” recebida pelo ex-juiz federal em razão da quarentena que foi colocado pela Comissão de Ética da Presidência.

Moro recebe um valor mensal de R$ 30 mil para não trabalhar até outubro em razão das informações privilegiadas que obteve quando esteve no governo Bolsonaro. Para Furtado, Moro está trabalhando.

“Privilegiado com a autorização da Comissão de Ética Pública, é de conhecimento que o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sr. Sérgio Moro, vem acumulando funções em diversos veículos de comunicação, dentre os quais a revista ‘Crusoé’ e o jornal ‘O Globo’”, declarou Furtado.

Segundo o ex-ministro, não há nenhum conflito. Moro afirma que a quarentena é apenas para advocacia e consultoria e que estaria apenas exercendo a liberdade de expressão.

Leia mais

Avião de pequeno porte cai sobre restaurante e deixa mortos no RS

Matheus Valadares

Fachin rebate acusação de censura dos EUA e defende decisões do STF

Matheus Valadares

Mulher que decapitou companheiro alega suspeita de abuso contra filho de 3 anos

Matheus Valadares

Ao continuar navegando, você concorda com as condições previstas na nossa Política de Privacidade. Aceitar Leia mais