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15 de março de 2026
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Arthur Virgílio Neto critica possível cassação do passaporte de Eduardo Bolsonaro

Ex-prefeito de Manaus considera a ação do STF uma arbitrariedade brutal

FOTO/REPRODUÇÃO

O ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, criticou a possibilidade de cassação do passaporte e do mandato do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL). Ele classificou a ação como uma “arbitrariedade enorme” e “brutal” por parte do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em um vídeo nas redes sociais, Virgílio descreveu as ações como “absurdas” e questionou a justificativa do ministro Alexandre de Moraes. Ele ressaltou a importância de evitar excessos que possam comprometer a democracia brasileira.

“Isso aqui não é casa de noca. Existe um estatuto pelo qual eu lutei muito na rua contra a ditadura militar de 1964 a 1984, que define os poderes do parlamentar”, argumentou o ex-prefeito. Ele destacou que a imunidade parlamentar existe para proteger os políticos de perseguições inconsequentes.

“Qual foi o crime desse moço? Ele ser amigo do Trump?”, indagou Arthur Virgílio. Para ele, a possível suspensão do passaporte representa uma “injustiça”.

“Não aceito a negação das liberdades, o desrespeito à Lei da Imunidade Parlamentar, tampouco a injustiça, nem contra o meu pior inimigo, pois eu me levanto para defendê-lo”, declarou Arthur.

 

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