Os Estados Unidos, com uma das forças armadas mais poderosas do mundo, mostraram toda sua força e capacidade de mobilização militar em um ataque em larga escala à Venezuela. A ação aconteceu neste sábado, 3. A operação incluiu a presença de grandes forças militares e equipamentos de última geração, destacando o poderio dos EUA na região.
O USS Gerald R. Ford, o maior porta-aviões do mundo, esteve na região desde outubro, com sua ala aérea e um conjunto de contratorpedeiros patrulhando as águas próximas à América Latina. Esse porta-aviões é apenas uma parte da enorme mobilização militar americana, que inclui cerca de 15 mil soldados posicionados na região desde dezembro. Além disso, as Forças Armadas dos EUA destacaram aviões de carga pesada C-17 e aeronaves de operações especiais, todos com o objetivo de intensificar a presença militar e garantir que a operação fosse bem-sucedida.
Essa mobilização teve acompanhamento de drones e caças AC-130, usados para atacar embarcações suspeitas de contrabando de drogas, além de missões de patrulhamento e apoio. A Guarda Costeira dos EUA também intensificou suas operações na região, apreendendo petroleiros acusados de violar sanções contra o governo de Maduro.
A captura de Nicolás Maduro
No contexto dessa demonstração de força, o presidente Donald Trump anunciou, neste sábado, que as forças armadas dos EUA realizaram com sucesso o ataque contra a Venezuela. A ação resnultou na captura do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
De acordo com Trump, os policiais americanos retiraram ambos do país por via aérea como parte de uma operação coordenada.
O ataque envolveu bombardeios pesados em Caracas e outras regiões da Venezuela, que foram registrados em vídeos nas redes sociais. As imagens mostram helicópteros sobrevoando a capital venezuelana enquanto múltiplas explosões iluminavam o céu. A operação foi descrita como um dos maiores ataques militares americanos na região em décadas, com uma mobilização militar sem precedentes.
O ataque foi parte de um esforço contínuo dos EUA para enfraquecer o regime de Maduro, que tem enfrentado intensas sanções internacionais. A operação seguiu semanas de intensificação das forças americanas na região, incluindo a presença massiva do USS Gerald R. Ford, que ajudou a consolidar o controle dos EUA sobre a área e facilitar a execução da missão.
A resposta venezuelana e as consequências internacionais
Após a prisão de Maduro, o governo venezuelano acusou as Forças Armadas dos EUA de realizar ataques aéreos em várias partes da capital, Caracas, e em outros locais do país. A captura de Maduro é um marco para os EUA, mas também gerou uma onda de reações internacionais. Inclusive, algumas nações questionando a legalidade da operação e o impacto na soberania da Venezuela.
O presidente Trump, por sua vez, destacou o sucesso da operação como parte de sua política externa agressiva e de combate aos “regimes autoritários”. Já o governo venezuelano, por meio de seu vice-presidente, exigiu a prova de vida de Maduro, intensificando a crise política.
