9 de janeiro de 2026
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“Foi corporativismo”: Defesa de advogado baleado em condomínio da Ponta Negra critica decisão da PC

Imagem: Reprodução

Segundo a Polícia Civil, a mulher não teve a intenção de atirar. A defesa do advogado baleado criticou a decisão e disse que o delegado que investiga o caso desconsiderou o depoimento das vítimas e das testemunhas

Em entrevista à TV A Crítica, a defesa do advogado Ygor Colares declarou que a decisão da Polícia Civil em descartar a acusação contra Jussana Machado, de tentativa de homicídio, foi corporativismo por parte da instituição.

Josemar Bercot disse que o delegado que investiga o caso descartou o depoimento das vítimas e das testemunhas, além de considerar somente a palavra dos acusados.

O delegado, ao fixar o crime como lesão corporal, ignora 100% o depoimento da vítima e das testemunhas e adota como verdade absoluta somente o que foi dito pelo Sr. Raimundo e pela Sra. Jussana, e nós lamentamos muito, afirmou o advogado.

Segundo Bercot, o delegado deveria concluir pelo “dolo eventual: “Ora, uma pessoa aponta a arma, coloca o dedo no gatilho, no mínimo responde pelo risco. A lei fala: ‘assume o risco de causar o resultado’, reforçou.

A defesa de Ygor aguarda um posicionamento de contestação do Ministério Público do Amazonas (MP-AM) para que as acusações sejam agravadas.

O crime aconteceu no último dia 18 de agosto e, na ocasião, a mulher havia recebido a arma de seu esposo e policial civil Raimundo Nonato, em um estacionamento de um condomínio localizado no bairro Ponta Negra. Em seguida ela teria apontado e disparado um tiro na perna do advogado.

Mulher que atirou em advogado se livra da acusação de tentativa de homicídio, no bairro Ponta Negra

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