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21 de fevereiro de 2026
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General Mario Fernandes admite plano para matar Lula, Alckmin, Moraes e outras autoridades

Grupo das Forças Especiais planejava envenenamento e uso de arsenal de guerra em ataque após diplomação de Lula

A Polícia Federal deflagrou uma operação que revelou um plano de assassinato contra autoridades brasileiras em novembro de 2024. De acordo com as investigações, o grupo criminoso era composto, em sua maioria, por militares das Forças Especiais do Exército (FE), conhecidos como “kids pretos”.

Lula, Alckmin e Moraes eram os principais alvos

Primeiramente, a PF apontou que o plano previa os assassinatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Os crimes estavam planejados para acontecer em 15 de dezembro de 2022, exatamente três dias após a diplomação de Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A estratégia incluía envenenamento das vítimas, além do possível uso de armas pesadas para o ataque, caso o plano químico falhasse.

Arsenal de guerra seria utilizado no atentado

O grupo chegou a reunir um verdadeiro arsenal de guerra, composto por:

  • Pistolas;
  • Fuzis;
  • Metralhadora;
  • Lança-granada.

Além disso, os criminosos monitoraram os passos de Alexandre de Moraes com frequência, indicando ações de inteligência prévias ao ataque.

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