10 de janeiro de 2026
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Grávida foi morta por casal por se recusar abortar filho do amante em Manaus

A Polícia Civil revelou na manhã de hoje (18), que a jovem Miriam Moraes de Souza, 21, morta em 2020, foi assassinada porque se negou a abortar o filho, fruto de um relacionamento extraconjugal com o suspeito Roberto Marinho Brito, 29, preso nessa segunda-feira (17).

Segundo a PC, o crime foi arquitetado pelo homem e pela esposa dele Adrya Polyanne Aragão dos Santos, 28, que atualmente está grávida de 9 meses.

Ela acabou descobrindo o caso e fez várias ameaças à Miriam exigindo que a jovem interrompesse a gravidez. Como a vítima não atendeu, Adrya e Roberto decidiram armar uma emboscada para tirar a vida dela.

No dia do crime, Roberto marcou um encontro com Miriam em uma área isolada, no bairro Tancredo Neves, e enquanto ele foi até a jovem e desferiu várias facadas contra ela, Adrya assistiu a tudo do carro.

Em seguida, o casal carregou o corpo da grávida, colocou na mala do carro e dirigiu até o Igarapé do Passarinho, onde desovaram a vítima.

O delegado afirma que durante as investigações ficou comprovada a participação dos dois e um mandado de prisão foi emitido, mas eles fugiram e passaram quase três anos foragidos.

“Ela se negou a fazer o aborto, então ele e a esposa resolveram retirar a vida dessa moça (…) Ambos tem participação efetiva nesse crime e vão responder. A Adrya está grávida de 9 meses e por isso, só deve ser recambiada para Manaus após dar à luz”, explica.

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