Ronildo da Silva Albuquerque, de 25 anos, morreu após um ataque a tiros na noite desta sexta-feira (30), no bairro Colônia Santo Antônio, zona norte de Manaus. A Polícia Civil investiga o homicídio e busca identificar os responsáveis.
Segundo informações preliminares, Ronildo pilotava uma motocicleta pela rua General Fiúza de Castro quando homens em um carro branco o abordaram. Um dos suspeitos disparou mais de dez vezes contra o jovem.
Moradores relataram que ouviram os tiros por volta das 20h50. Durante o ataque, Ronildo tentou fugir, mas os criminosos o perseguiram. A vítima morreu no local.
Polícia investiga possível execução
Equipes da 18ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) e das Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam) atenderam à ocorrência. Policiais civis e peritos criminais também compareceram ao local para realizar os primeiros procedimentos.
Inicialmente, os investigadores consideraram a hipótese de latrocínio, crime que envolve roubo seguido de morte. A suspeita surgiu porque os criminosos teriam levado a motocicleta de Ronildo após o ataque.
No entanto, policiais militares encontraram o veículo nas proximidades do homicídio. Esse detalhe levou os investigadores a considerar também a possibilidade de execução.
A polícia ainda não esclareceu a motivação do crime. Por isso, os agentes trabalham para reunir informações que ajudem a reconstruir a dinâmica do ataque.
Câmeras de segurança podem identificar suspeitos
A Polícia Civil pretende analisar imagens de câmeras de monitoramento instaladas na rua General Fiúza de Castro e em áreas próximas. Os registros podem ajudar a identificar os envolvidos e esclarecer a participação do carro branco no homicídio.
Ronildo morava na região e trabalhava como autônomo nos setores de comércio e varejo. Até o momento, os investigadores não identificaram possíveis ameaças ou desentendimentos que expliquem o assassinato.
Após os procedimentos periciais, as equipes encaminharam o corpo ao Instituto Médico Legal (IML), onde os profissionais realizarão exames de necropsia.
A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) conduz a investigação. Os agentes buscam identificar os autores e descobrir o que motivou o ataque.
