Um incêndio de grandes proporções atingiu, nesta quinta-feira (13), o lixão de Iranduba, na Região Metropolitana de Manaus. As chamas avançaram pela área de descarte de resíduos e provocaram uma extensa coluna de fumaça.
Imagens feitas no local mostram a dimensão do fogo e a quantidade de fumaça produzida pela queima dos resíduos. Além disso, moradores e ativistas ambientais demonstraram preocupação com os possíveis impactos provocados pelo incêndio, principalmente para quem vive nas proximidades.
Segundo o ativista social e ambiental Luiz Eduardo Braga, o incêndio teria proporções superiores às registradas no lixão no ano passado. Em vídeos divulgados nas redes sociais, Benedito Leite e Tatiana também chamaram atenção para a intensidade das chamas e cobraram uma resposta das autoridades.
Falta de estrutura preocupa moradores
Outra reclamação envolve a estrutura disponível para combater o fogo. Conforme relatos, equipes do Corpo de Bombeiros estariam atuando na área, mas inicialmente contariam apenas com três picapes, sem carros-pipa e maquinário pesado suficientes para enfrentar as chamas.
A fumaça provocada pela queima de resíduos pode comprometer a qualidade do ar e representar riscos, especialmente para crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios. Por outro lado, a dimensão dos impactos ambientais e as causas do incêndio ainda precisam ser apuradas pelos órgãos responsáveis.
Diante do cenário, moradores e ativistas cobram providências da Prefeitura de Iranduba e do Governo do Amazonas, além da atuação dos órgãos ambientais e do Ministério Público. Entre as reivindicações estão o envio de carros-pipa, máquinas pesadas e reforço das equipes de combate.
Enquanto o fogo preocupa a população, a principal cobrança é para que adotem medidas capazes de controlar o incêndio e evitar novas ocorrências no local.
