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5 de outubro de 2026
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Incêndios na Amazônia aumentaram 28% em julho em comparação ao ano passado

A ocorrência de incêndios florestais na Amazônia brasileira no mês passado aumentou 28% em relação a julho de 2019, mostraram dados de satélite deste sábado (1º), aumentando os temores de que a maior floresta tropical do mundo seja novamente devastada por incêndios este ano.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) identificou 6.803 incêndios na região amazônica em julho de 2020, em comparação com 5.318 no ano anterior, um aumento de 28%.

O número é ainda mais preocupante porque 2019 já foi um ano devastador em relação aos incêndios na Amazônia, provocando protestos internacionais.

Isso pressionou o Brasil, que abriga cerca de 60% da Amazônia, a fazer mais para proteger a floresta, considerada vital para conter o impacto das mudanças climáticas.

Com frequência, queimadas são usadas ilegalmente para limpar terras para agricultura, pecuária e mineração.

Ativistas acusam o presidente Jair Bolsonaro, um cético das mudanças climáticas, de incentivar o desmatamento com pedidos para abrir a floresta tropical à agricultura e à indústria.

Sob pressão internacional, Bolsonaro enviou o Exército para combater as queimadas e declarou uma moratória para a prática. Mas ativistas afirmam que isto não foi o suficiente para resolver o problema.

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