Um estêncil de mão com cerca de 67.800 anos foi identificado em uma caverna na ilha de Sulawesi, na Indonésia, sendo considerado a arte rupestre mais antiga já registrada. O achado supera registros europeus anteriores, incluindo estênceis atribuídos a neandertais.
A marca foi produzida com ocre, aplicado ao redor da mão apoiada na parede da caverna, possivelmente por sopro ou com instrumentos simples. A precisão da técnica tem sido destacada por especialistas.
Além do valor artístico, acredita-se que as marcas tenham tido função social, como identificação individual ou de grupos. A descoberta reforça a relevância do Sudeste Asiático nos estudos sobre a evolução do pensamento simbólico do Homo sapiens.
