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10 de julho de 2026
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Inflação tem queda em agosto com arroz mais barato e alimentos em deflação

O governo federal afirma que a tendência de deflação nos alimentos deve continuar, ajudando a manter o custo de vida das famílias sob controle.

CNA/Wenderson Araujo/Trilux

O orçamento das famílias brasileiras teve um alívio em agosto com a inflação negativa de 0,11%. Os dados constam no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) divulgado pelo IBGE. A queda foi influenciada principalmente pela redução dos preços de alimentos e bebidas, além de combustíveis.

O arroz foi o grande destaque, com recuo de 2,61% e preços até 50% mais baixos em comparação ao ano passado. Também registraram queda o tomate (-13,39%), batata-inglesa (-8,59%), cebola (-8,69%) e café moído (-2,17%). Nos combustíveis, a gasolina caiu 0,94%, o etanol 0,82% e o gás veicular 1,27%.

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, comemorou o recorde na produção agrícola e no Plano Safra, que conta com investimentos de R$ 500 bilhões, sendo R$ 78 bilhões para agricultura familiar com juros subsidiados.

Com inflação acumulada em 3,15% em 2025 e 5,13% em 12 meses, o resultado é o primeiro índice negativo desde agosto de 2024. Além disso, é o mais expressivo desde setembro de 2022.

Por fim, o governo federal afirma que a tendência de deflação nos alimentos deve continuar, ajudando a manter o custo de vida das famílias sob controle.

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