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4 de fevereiro de 2026
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Oruam é considerado foragido após Justiça decretar prisão preventiva no RJ

 

O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, tornou-se foragido da Justiça após a 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro expedir mandado de prisão preventiva. A decisão veio depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou a liminar que o mantinha em liberdade.

O ministro Joel Ilan Paciornik determinou a revogação na segunda-feira (2). Ele apontou que Oruam descumpriu repetidamente as medidas cautelares, principalmente o uso correto da tornozeleira eletrônica.

Desde então, a Polícia Civil busca o cantor em endereços ligados a ele, mas não o encontrou até o momento.

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou que Oruam usa a tornozeleira desde 30 de setembro. A partir de 1º de novembro, surgiram 66 violações, sendo 21 graves só em 2026. A maioria ocorreu devido à falta de carregamento da bateria.

Em 9 de dezembro, o cantor compareceu à Central de Monitoração Eletrônica para substituir o equipamento. A tornozeleira retirada passou por perícia e apresentou dano eletrônico, possivelmente causado por impacto.

Mesmo após a troca, o novo equipamento voltou a apresentar falhas. Desde 1º de fevereiro, a tornozeleira permanece descarregada, o que impede o monitoramento e compromete o cumprimento da medida.

Descumprimento de medidas

A Seap enviou relatórios mensais ao Judiciário detalhando as violações. Paciornik avaliou que o descumprimento constante fragilizou a eficácia das cautelares e justificou o restabelecimento da prisão preventiva.

Com a decisão do STJ, a juíza Tulla Correa de Mello decretou a prisão e ordenou a expedição imediata do mandado, com prazo igual ao anterior.

A defesa afirma que os problemas no monitoramento ocorreram por falhas técnicas e nega intenção de descumprir as ordens judiciais.

O processo começou após fatos de 22 de julho de 2025, no bairro do Joá, zona oeste do Rio. Segundo o Ministério Público, Oruam e outros acusados tentaram homicídio qualificado contra policiais civis durante mandado de busca. Os agentes relataram ter sido atingidos por pedras lançadas do andar superior da casa.

 

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