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27 de janeiro de 2026
Brasil

Pais de Miguel processam Sari Corte Real e pedem R$ 987 mil

Os pais do menino Miguel Otávio Santana da Silva, que morreu após cair de um prédio em Recife, acionaram a Justiça contra a empresária Sari Corte Real. Eles exigem uma indenização de R$ 987 mil.

Sari é ex-patroa de Mirtes Renata Santana de Souza, mãe de Miguel. Ela ficou responsável pelo garoto no momento em que a doméstica saiu para levar o cachorro da família para passear.

Na ação, que pede indenização, Mirtes alega que Sari teria outra postura se a criança no elevador fosse alguma amiga de sua filha. As informações são do portal UOL.

– Jamais ela viraria a costas e voltaria para a manicure. Houve preconceito social – declarou.

O processo contra Sari foi assinado ainda pelo pai de Miguel, Paulo Inocêncio da Silva, e pela avó, Marta Maria Santana Alves, que também trabalhava para a família Corte Real.

A família do menino, que morreu em junho, acredita que ele foi vítima de “impaciência, da superficialidade e da futilidade”.

– Sobra paciência para gastar horas modelando unhas, porém falta paciência e tato para lidar com a birra de uma criança por apenas 10 minutos – apontou a família.

Além da ação dos responsáveis ela criança, Sari já tinha sido denunciada pelo Ministério Público pelo crime de abandono de incapaz, que tem pena prevista de 4 a 12 anos de prisão em caso de condenação.

ENTENDA O CASO
No dia 2 de junho, o garoto Miguel Otávio de Santana, de 5 anos, morreu após cair do 9º andar de um prédio no Recife. Ele estava aos cuidados de Sari Corte Real, enquanto sua mãe passeava com o cachorro da ex-patroa.

Imagens da câmera do prédio mostram que o menino entrou no elevador, em busca da mãe. Após tentar impedir por algumas vezes que o garoto ficasse sozinho no elevador, Sari acabou permitindo na quinta tentativa. Desacompanhado, Miguel se deslocou pelo elevador até um andar mais alto, pulou a janela que dava para uma área onde ficavam os condensadores de ar-condicionado, escalou uma proteção de alumínio, caiu e morreu.

A investigação policial apontou que houve abandono de incapaz com resultado morte. Segundo o inquérito, Sarí abandonou a criança de maneira consciente e teve uma conduta omissiva ao permitir que o garoto entrasse sozinho no elevador.

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