O piloto de caça norte-americano resgatado na manhã deste domingo (5) está “gravemente ferido”, segundo o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Inicialmente, ele havia informado que o militar estava “são e salvo”, mas atualizou o estado de saúde após a conclusão da operação.
De acordo com Trump, o oficial — um coronel — foi localizado em uma região montanhosa do Irã, onde também era procurado por forças iranianas. Em publicação na rede Truth Social, ele destacou a complexidade da missão, classificando o resgate como extremamente arriscado e raro dentro de cenários militares.
Além disso, a aeronave F-15 havia sido abatida na última sexta-feira (3), o que resultou na ejeção de dois tripulantes. A operação de busca e salvamento começou no mesmo dia e se estendeu até o sábado (4), quando o piloto foi finalmente encontrado.
Em seguida, informações apontam que o governo iraniano teria oferecido recompensa pela captura do militar, o que aumentou a tensão durante a missão. Trump afirmou ainda que o resgate marca um feito inédito, sendo a primeira vez que dois pilotos americanos são recuperados separadamente em território inimigo.
Por fim, enquanto os Estados Unidos celebravam o sucesso da operação, a Guarda Revolucionária iraniana declarou ter abatido outras aeronaves envolvidas na ação, incluindo helicópteros e um avião de transporte. Segundo Teerã, ao menos cinco iranianos morreram, e a operação teria fracassado — versão que diverge do relato americano.
