A empresa responsável por uma atividade de rope jump na Ponte do Esqueleto atuava de forma irregular no momento em que uma jovem de 24 anos morreu durante um salto. A informação partiu do prefeito de Limeira (SP), Murilo Félix, neste sábado (13).
Em pronunciamento no local do acidente, o chefe do Executivo municipal declarou que a prática não é permitida na estrutura. Portanto, ele atribuiu a situação à falta de fiscalização e controle da área.
“A empresa que estava aqui agiu de forma irregular. É proibido fazer isso neste local, mas não há nenhum controle pelo governo federal”, afirmou o prefeito.
A vítima morreu durante uma atividade realizada na tradicional Ponte do Esqueleto, local conhecido por atrair praticantes de esportes radicais. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
Além de apontar supostas irregularidades na atuação da empresa, Murilo Félix criticou o governo federal, alegando que a ponte pertence à União e que a Prefeitura de Limeira já havia solicitado providências para o local.
Segundo ele, tanto a administração municipal quanto a Câmara Municipal cobraram medidas para aumentar a segurança da área, mas nenhuma ação efetiva teria sido adotada.
O prefeito também informou que o município prestará apoio à família da vítima e colaborará com as investigações conduzidas pelas autoridades.
A Polícia Civil apura as circunstâncias do acidente e eventuais responsabilidades da empresa organizadora da atividade.
