A produtora responsável pelo filme Dark Horse, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmou nesta quinta-feira (14) que não recebeu recursos do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar a produção cinematográfica.
A nota saiu após o senador Flávio Bolsonaro negar que Vorcaro bancou o longa. De acordo com a empresa Go Up Entertainment, responsável pelo projeto, “não há um único centavo” do empresário ou de empresas ligadas ao Banco Master investido no filme.
Além disso, a produtora declarou que o longa se estruturou por meio de financiamento privado e sem utilização de recursos públicos. A empresa também explicou que a legislação dos Estados Unidos impede a divulgação de investidores protegidos por acordos de confidencialidade no setor audiovisual.
O posicionamento ocorre após reportagem do portal Intercept Brasil divulgar mensagens e áudios em que Flávio Bolsonaro cobrava pagamentos relacionados à produção do filme. O senador admitiu ter buscado apoio financeiro para o projeto devido a atrasos em parcelas de patrocínio privado.
O deputado federal Mário Frias, produtor executivo de Dark Horse, também negou qualquer participação financeira de Daniel Vorcaro na obra. Desse modo, ele reforçou que o desenvolvimento do projeto aconteceu exclusivamente com capital privado.
Por fim, a produtora afirmou que conversas com potenciais investidores não significam necessariamente aportes financeiros efetivados e repudiou tentativas de associar o filme a fatos sem comprovação contratual ou documental.
