24 de janeiro de 2026
Amazonas

Resultados positivos com cloroquina em pacientes graves do AM continuam em testes

Em entrevista transmitida pelo Facebook, o chefe da equipe de Pesquisa da Cloroquina no Amazonas,  Dr. Marcus Lacerda, Infectologia da  FMT-HVD falou ao lado  Governador Wilson Lima sobre os avanços do estudo.

Marcus Lacerda disse que a equipe tem 70 profissionais, pesquisadores que estão há duas semanas no Hospital Delphina Aziz. Segundo ele, foi preciso usar os números estatisticamente e fazer comparações com a literatura cientifica já existente para estabelecer os primeiros resultados.

Até domingo, 81 pacientes do Amazonas entraram no protocolo de atendimento com cloroquina para a pesquisa. 11 morreram. Os pesquisadores do Amazonas testaram duas doses para ver o nível de toxicidade. Uma dose mais forte usada pela China e outra mais leve recomendada pelo Ministério da Saúde brasileiro.

“Estamos desaconselhando que essas doses altas sejam dadas. Medimos a questão dos batimentos cardíacos, das arritmias. E realmente a dose alta é toxica!” esclareceu o pesquisador. Já a dose mais baixa é que apresentou melhores resultados e é a que o protocolo do MS está recomendando.

A pesquisa concluiu que o risco de morte entre os pacientes testados no Amazonas foi de 13% comparando com 18% de letalidade no restante do mundo sem o uso da Cloroquina.

O Dr. Marcus Lacerda alertou para que mesmo com esses primeiros resultados positivos, as pessoas não usem a Cloroquina , não se auto mediquem. “ A cloroquina não previne o corona vírus” enfatizou Lacerda.

A equipe de pesquisa vai continuar usando a Cloroquina para outros pacientes de corona virus no Delphina Aziz.

Leia mais

Defesa Civil do Amazonas reforça planejamento para a Cheia de 2026

Matheus Valadares

Caminhão carregado de peixes tomba na BR-319 após Igapó-Açu

Matheus Valadares

Jovem morre atropelada por carreta na BR-174, no Amazonas

Matheus Valadares

Ao continuar navegando, você concorda com as condições previstas na nossa Política de Privacidade. Aceitar Leia mais

Ao utilizar este conteúdo, não esqueça de citar a fonte!