O Rock in Rio 2026 começou nesta sexta-feira (4), na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, reunindo grandes nomes da música nacional e internacional. Além dos shows, o festival mantém uma agenda voltada a causas sociais, ambientais e de inclusão.
Ao longo de 41 anos, a organização afirma ter destinado R$ 118 milhões a projetos socioambientais, apoiado mais de 200 instituições e beneficiado diretamente mais de 1 milhão de pessoas. A atuação ganhou força em 2001, com a criação do projeto “Por Um Mundo Melhor”.
Entre as iniciativas desta edição está a parceria com a Ação da Cidadania, que completa 25 anos e tem como objetivo ampliar o combate à fome. A campanha pretende alcançar 2 milhões de pratos de comida. Para acompanhar a arrecadação, um painel chamado “Pratômetro” foi instalado na Cidade do Rock e atualiza os números das doações.
No campo social, o festival também mantém parceria com a organização Gerando Falcões, responsável pelo projeto Favela 3D, voltado à transformação de comunidades e à redução da pobreza.
Já na área ambiental, o Rock in Rio destaca iniciativas relacionadas às mudanças climáticas, gestão de resíduos, consumo de água e energia. O projeto Amazônia Live, criado para ampliar a conscientização sobre a preservação da Floresta Amazônica, também integra essa frente.
Acessibilidade e combate à violência
A edição de 2026 conta ainda com espaços destinados à acessibilidade e inclusão. Entre as estruturas está uma sala de sensibilização sensorial para acolher pessoas neurodivergentes, além de recursos voltados a pessoas com deficiência visual e auditiva.
O festival também criou ações específicas de conscientização e prevenção da violência. O Espaço Plural aborda o enfrentamento à violência de gênero, enquanto o Espaço Delas ganhou planejamento para promover conexão e acolhimento entre mulheres.
Com essas iniciativas, o Rock in Rio busca ampliar a experiência para além dos palcos, associando música, entretenimento e ações de impacto social e ambiental.
