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20 de fevereiro de 2026
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PF descobre grampo ilegal de Moro em autoridades durante a Lava Jato

 O ex-juiz Sérgio Moro, ex-ministro de Jair Bolsonaro e atualmente senador pelo União Brasil, está sendo acusado de realizar escutas ilegais de autoridades com foro privilegiado. As movimentações ocorreram contra membros do Tribunal de Contas do Estado do Paraná, durante a operação Lava Jato.

A revelação é resultado de uma operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal na 13ª Vara Federal de Curitiba, no início de dezembro. A descoberta revela que Moro utilizou delatores chantageados, como o empresário Tony Garcia, para realizar esses grampos.

De acordo com documentos apreendidos pela PF, Moro autorizou a gravação de autoridades em 2004 e 2005. Todavia, as ações ocorrem sem a devida autorização do Superior Tribunal de Justiça, o que configura uma ilegalidade.

Entre os alvos estavam o presidente do TCE-PR, Heinz Herwig, e desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Esses grampos ilegais envolviam gravações de situações íntimas, inclusive de magistrados, o que configura uma grave violação de privacidade.

Em nota, Moro desqualificou as acusações, afirmando que elas se baseiam em “relatos fantasiosos” de Tony Garcia. No entanto, a ação da Polícia Federal e a investigação autorizada pelo STF revelam que o ex-juiz da Lava Jato teria agido de forma coordenada para pressionar delatores e manipular investigações, inclusive no caso de Alberto Youssef, em que escutas ilegais também foram descobertas.

 

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