13 de julho de 2026
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Caso Rhuan: Mãe que esquartejou criança é condenada a 65 anos de prisão

Rosana Auri da Silva Candido foi condenada nesta quarta-feira (25), a 65 anos de prisão matar, esquartejar e ocultar o próprio filho, Rhuan Maycon da Silva Castro, de apenas 9 anos. A companheira dela, Kacyla Priscila Santiago que ajudou no crime também foi condenada a 64 anos.

O assassinato bárbaro aconteceu no Distrito Federal em maio de 2019 e chocou o país. Na ocasião, Rosana esperou o filho dormir e o esfaqueou várias vezes enquanto Kacyla o segurava. Em seguida ela degolou o Rhuan ainda vivo e depois furou seus olhos, tirou a pele de seu rosto e esquartejo o corpo.

As duas ainda chegaram a queimar as partes em uma churrasqueira na tentativa de esconder o corpo, mas desistiram. O restos do menino foi achado perto da casa onde mora duas mochila e uma mala.

A polícia começou a suspeitar das duas após denúncias de vizinhos. No decorrer das investigações, foi descoberto que um ano antes elas mesmas já tinha removido o pênis e os testículos da criança em casa. Rhuan vivia em cárcere privado e não tinha relações com ninguém além delas.

Diante das provas, Rosana confessou o crime e afirmou que fez tudo isso porque odiava a criança e por ter sido abandonada pelo pai dela. Para ela, o menino a lembrava do passado com ex-marido.

O pai de Rhuan mora no Acre e conseguiu a guarda do filho, mas Rosana fugiu com a criança logo após a separação e o homem nunca mais os encontrou. A partir daí ela morou em dois três cidades e dois estado diferentes e durante todo esse período submetia o menino a torturas físicas e psicológicas em uma verdadeira de vida de horror.

No julgamento ela tentou isentar a companheira da culpa e disse que fez tudo sozinha, mas a provas apresentadas comprovam a participação de Kacyla. As duas devem permanecer em regime fechado em uma prisão do Distrito Federal.

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