O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), apontado como possível pré-candidato ao Governo de Minas Gerais, defendeu o fuzilamento em praça pública de dois suspeitos de estuprar e matar a bebê Helena, de 10 meses, em Fortaleza (CE). A declaração ocorreu após o caso ganhar repercussão nacional e apareceu em vídeos publicados nas redes sociais, além de um discurso no Senado Federal.
Ao comentar o crime, o parlamentar afirmou que apoia a execução dos investigados em praça pública. Além disso, Cleitinho criticou a permanência dos suspeitos sob custódia do sistema prisional.
“Eu sou a favor que esses dois desgraçados vão em praça pública e sejam fuzilados”, declarou.
Na sequência, durante a manifestação, o senador voltou a defender mudanças na Constituição Federal para permitir a pena de morte no Brasil em crimes considerados hediondos.
Segundo Cleitinho, a gravidade de casos como o assassinato da bebê justifica, portanto, a retomada do debate sobre a adoção da pena capital no país.
“A gente tem que começar a debater no Brasil, mudar a Constituição para a gente ter pena de morte. Porque essa bebê Helena, de 10 meses, teve pena de morte. Ela não teve direito à escolha”, afirmou.
Por fim, a Constituição Federal proíbe a pena de morte no Brasil. No entanto, o texto constitucional permite essa punição em casos de guerra declarada.
