16 de julho de 2026
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Morte de bebê leva senador a defender fuzilamento e mudança na Constituição

Reprodução

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), apontado como possível pré-candidato ao Governo de Minas Gerais, defendeu o fuzilamento em praça pública dos dois suspeitos de estuprar e matar a bebê Helena, de apenas 10 meses, em Fortaleza (CE). A declaração ocorreu em vídeos publicados nas redes sociais e também durante discurso no Senado Federal.

Ao comentar o caso, o parlamentar afirmou ser favorável à execução dos investigados em praça pública e criticou o fato de eles estarem sob custódia do sistema prisional.

“Eu sou a favor que esses dois desgraçados vão em praça pública e sejam fuzilados”, declarou.

Durante a manifestação, Cleitinho também voltou a defender mudanças na Constituição Federal para permitir a aplicação da pena de morte no Brasil em casos de crimes considerados hediondos.

Segundo o senador, a gravidade de crimes como o assassinato da bebê justifica a reabertura do debate sobre a adoção da pena capital no país.

“A gente tem que começar a debater no Brasil, mudar a Constituição para a gente ter pena de morte. Porque essa bebê Helena, de 10 meses, teve pena de morte. Ela não teve direito à escolha”, afirmou.

A Constituição Federal proíbe a pena de morte no Brasil, permitindo sua aplicação apenas em caso de guerra declarada, conforme previsto na própria Carta Magna.

 

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