25.3 C
Manaus
25 de maio de 2026
AmazonasDestaques

Diocese de Humaitá e Defensoria Pública criticam explosões de balsas de garimpo no Rio Madeira

Divulgação

A Diocese de Humaitá, junto às paróquias Nossa Senhora das Dores e Maria Auxiliadora dos Cristãos, divulgou uma nota de repúdio contra as explosões de balsas de garimpo. As ações aconteceram nesta segunda-feira (15), coincidindo com a memória de Nossa Senhora das Dores.

Primeiramente, a instituição classificou a ação como violência que impacta famílias ribeirinhas. Além disso, ressaltou a indignação da Igreja pelo comprometimento dos meios de subsistência de trabalhadores que dependem do extrativismo mineral familiar.

Ademais, a Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM) também se manifestou criticando a operação da Polícia Federal no Rio Madeira. De acordo com a DPE, o uso de explosivos em municípios como Humaitá e Borba criou um cenário de guerra.

As autoridades utilizaram mais de 1.500 bombas próximas a comunidades ribeirinhas e isso gerou a suspensão de aulas, destruição de moradias e contaminação da água.

Todavia, a repressão afetaria sobretudo garimpeiros artesanais, enquanto grandes financiadores permanecem intocados.

A Defensoria solicitou ao STJ um cessar-fogo temporário, propondo diálogo entre autoridades e comunidades. Por fim, também pediu a construção de políticas públicas sustentáveis que ofereçam alternativas econômicas para as famílias locais.

Leia mais

Luciano Huck critica dependência do Bolsa Família durante evento com empresários

Matheus Valadares

Lancha com músicos da Banda Forró Ideal sofre acidente durante viagem

Matheus Valadares

Bolão de Fortaleza acerta Mega-Sena de 30 anos e pode pagar R$ 1,6 milhão para cada participante

Matheus Valadares

Ao continuar navegando, você concorda com as condições previstas na nossa Política de Privacidade. Aceitar Leia mais