5 de maio de 2026
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Em cenário otimista, governo avalia ‘dia D’ de vacinação em 23 de janeiro

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O governo passou a avaliar a possibilidade de realizar um “dia D” de vacinação contra a Covid-19 em todo o país em 23 de janeiro.

O cenário otimista leva em conta a possibilidade de 2 milhões de doses do imunizante desenvolvido pela farmacêutica britânica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford chegarem à Fiocruz entre os dias 15 e 20 deste mês. Este primeiro lote viria do Serium Institute, da Índia, responsável pela fabricação do produto.

A ideia que vem sendo discutida no Ministério da Saúde é a de começar a vacinação por abrigos de idosos em todo o país no mesmo dia.

A expectativa do governo é a de também receber os insumos da vacina de Oxford até o dia 15. Assim, a Fiocruz poderia começar a produção no país ainda neste mês.

De acordo com as projeções que têm chegado à Saúde, o laboratório brasileiro tem capacidade para produzir 15 milhões de doses por mês.

A ideia é começar com 1 milhão por semana e aumentar gradativamente até atingir o nível máximo de produção.

Nesta segunda-feira (4), a Fiocruz e a Anvisa (Agência Nacional de Saúde) se reuniram para tratar do pedido de uso emergencial da vacina no Brasil.

Durante o encontro, a Fiocruz apresentou dados sobre o imunizante de Oxford, mas a agência disse em nota aguardar informações que mostrem que o produto da Índia é semelhante ao fabricado no Reino Unido.

à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas o procedimento não foi considerado suficiente para a aprovação emergencial do imunizante.

A fundação ainda depende de dados que devem ser fornecidos pelo Serium Institute, da Índia, responsável pela fabricação do produto.

“Em termos mais técnicos, o objetivo desta avaliação é garantir a equivalência quanto à resposta da imunogenicidade, ou seja, a habilidade de a vacina ativar resposta ou reação imune, tais como o desenvolvimento de anticorpos específicos, respostas de células T, reações alérgicas ou anafiláticas”, disse a Anvisa.

Ainda de acordo com a agência, caso haja diferenças entre os produtos do Reino Unido e da Índia, “estudos de comparabilidade devem ser conduzidos” para mostrar que as vacinas são equivalentes.

Se houver diferença entre os produtos, estudos de “comparabilidade” devem ser conduzidos, para mostrar que ambos são ao menos equivalentes.

 

 

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