6 de maio de 2026
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Governo Federal propõe que empresas assumam efeitos da vacina da Pfizer

O governo federal propôs que empresas formem um fundo para assumir as cláusulas que determinam a isenção de responsabilidade do laboratório farmacêutico Pfizer em caso de efeitos colaterais inesperados da vacina.

As cláusulas são o principal motivo do entrave das negociações entre a empresa e o governo federal, que discorda da medida, para fazer avançar a campanha de imunização no Brasil. A vacina da Pfizer já é utilizada em diversos países como EUA, Israel e Canadá.

A ideia foi apresentada em reunião na noite desse domingo (28), no Palácio da Alvorada, entre o presidente da República, Jair Bolsonaro, os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, e os ministros da Casa Civil, Saúde e Secretaria de Governo.

Participantes da reunião informaram ao Grupo Globo que a proposta é fazer o governo federal entrar com os recursos e a intenção de compra, já que o laboratório deve priorizar as vendas ao governo, e atribuir a negociação a um consórcio de empresas.

Além disso, um seguro internacional poderia ser contratado para arcar com possíveis ações. O argumento é que a iniciativa privada tem mais facilidade para tratar das exigências, uma vez que que o governo federal está sujeito a órgãos de controle. A proposta será levada ao Congresso.

A vacina da Pfizer/Biotech obteve a aprovação do registro definitivo da Anvisa no último dia 23 de fevereiro.

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