28.3 C
Manaus
22 de agosto de 2026
BrasilDestaques

Itamaraty informa que não custeará traslado do corpo de brasileira morta na Indonésia

Juliana Marins morreu durante trilha no vulcão Monte Rinjani, e repatriação fica sob responsabilidade da família

Imagem: Reprodução

O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) confirmou nesta quarta-feira (25) que não poderá custear o traslado do corpo da brasileira Juliana Marins, encontrada morta após sofrer um acidente durante uma trilha no vulcão Monte Rinjani, na Indonésia.

Segundo o Itamaraty, a responsabilidade pelo traslado é exclusivamente da família da vítima, conforme prevê o parágrafo 1º do artigo 257 do Decreto 9.199/2017. O governo brasileiro se limita a oferecer apoio consular e orientação documental, mas não arca com despesas.

O que diz o Itamaraty sobre o traslado de corpos no exterior

Em nota oficial, o Itamaraty explicou que os consulados e embaixadas prestam auxílio no exterior apenas com trâmites burocráticos, como a emissão do atestado consular de óbito e a intermediação com autoridades locais. Contudo, reforçou que os custos com funerárias e transporte não podem ser cobertos com recursos públicos.

“O traslado dos restos mortais de brasileiros falecidos no exterior é decisão da família e não pode ser custeado com recursos públicos”, reiterou o órgão.

O atendimento consular, portanto, depende da iniciativa da família e está sujeito à legislação nacional e internacional.

Leia mais

Adolescente de 17 anos morre após ser arrastado por caminhão em Manaus

Matheus Valadares

Ana Castela chega a Barretos dirigindo picape de quase R$ 680 mil

Matheus Valadares

Carro de reportagem pega fogo na avenida Darcy Vargas

Matheus Valadares

Ao continuar navegando, você concorda com as condições previstas na nossa Política de Privacidade. Aceitar Leia mais