A Justiça do Amazonas concedeu, em audiência de custódia, liberdade provisória para uma mulher que agrediu o próprio filho, de 3 anos, durante uma vídeo chamada com o ex-companheiro, que é pai da criança. Conforme a polícia a criança foi tortura por conta de brigas conjugais do casal.
Além da liberdade provisória houve uma decisão com medidas protetivas para que a mulher não chegue perto do filho e com isso ela perdeu a guarda da criança. A guarda provisória, inclusive, está com o tio da criança já que o pai dele mora no exterior.
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