A mulher envolvida na confusão registrada no bairro Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus, se manifestou publicamente. Neste sábado (6), ela contestou informações que circularam nas redes sociais e em parte da imprensa após a divulgação de vídeos do episódio.
Identificada como Rosi, de nacionalidade venezuelana, ela afirmou que não é garota de programa, como divulgaram inicialmente. A princípio, a mulher declarou que trabalha com a venda de bolos e o homem que aparece de blusa preta nas imagens é seu ex-companheiro e pai de seu filho. Já o outro envolvido é seu atual companheiro, que trabalha como mototaxista.
O caso ganhou repercussão após vídeos mostrarem uma briga envolvendo os três em via pública. Nas imagens, o ex-companheiro se aproxima e inicia uma agressão contra o atual parceiro da mulher, gerando uma luta corporal que chamou a atenção de moradores e comerciantes da região.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Rosi pediu que as pessoas parem de atacar a imagem do mototaxista, que, segundo ela, vem sendo alvo de comentários ofensivos desde a divulgação do caso.
“Ele não é assaltante, nem vagabundo, nem pilantra, como estão falando”, declarou.
Sem gravidade
A mulher também afirmou que as informações sobre a gravidade dos ferimentos não correspondem à realidade. Segundo ela, tanto ela quanto o atual companheiro sofreram apenas lesões superficiais durante a confusão.
“Eu não estou ferida, como todo mundo está falando. Tenho feridas leves. Não estamos gravemente feridos. Temos feridas superficiais”, afirmou.
Rosi também contestou a narrativa de que ocorreu uma tentativa de homicídio. Ela alegou que a circunstância decorreu de uma reação emocional do ex-companheiro.
Apesar da nova versão apresentada pela mulher, as circunstâncias da ocorrência ainda devem ser apuradas pelas autoridades. Até o momento, não houve divulgação oficial de um posicionamento da Polícia Civil sobre as declarações feitas após a repercussão do caso.
