O governador do Amazonas, Roberto Cidade, lançou nesta segunda-feira (11/05) a segunda fase da Operação Segurança Presente. A as ações integradas das forças de segurança atuarão nos 61 municípios do interior do estado. Além disso, a operação contará com mais de 400 agentes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Departamento de Polícia Técnico-Científica. Ambos atuarão em ações ostensivas, preventivas, investigativas e de salvamento em regiões estratégicas da Amazônia.
Durante o lançamento, Roberto Cidade destacou que a nova etapa reforça a presença do Estado no combate ao crime organizado, especialmente em áreas de fronteira e nas calhas dos rios amazonenses.
“Estamos ampliando a presença das forças de segurança em todos os municípios do Amazonas, com reforço de pessoal, lanchas blindadas, drones e apoio aéreo. É um trabalho integrado para garantir mais segurança à população”, afirmou o governador.
A operação acontecerá sob coordenação da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) e contará com apoio do programa Brasil contra o Crime Organizado, do Ministério da Justiça. De acordo com o governo estadual, houve um investimento de mais de R$ 1,6 bilhão em segurança pública, incluindo tecnologia, inteligência e reforço operacional.
O secretário de Segurança Pública, coronel Anésio Paiva, informou que mais de 420 operadores de segurança atuarão no interior, além do uso de 11 lanchas blindadas e apoio aéreo nas ações de combate ao tráfico de drogas, organizações criminosas, crimes ambientais e queimadas ilegais.
Fronteira, divisa e biomas
A operação será dividida em três frentes: Protetor das Fronteiras, Protetor das Divisas e Protetor dos Biomas. Municípios do Alto Solimões, Médio Solimões, Rio Negro, Sul do Amazonas, Baixo Amazonas e Região Metropolitana estão entre as áreas prioritárias.
As equipes também reforçarão a atuação das Bases Fluviais Arpão I, II e III, além das bases Tiradentes e Paulo Pinto Nery. Segundo o Governo do Amazonas, desde 2020 as estruturas fluviais já causaram mais de R$ 1,2 bilhão em prejuízos financeiros ao crime organizado.

