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Trump ameaça destruir o Irã e afirma que decisão sobre guerra será anunciada em breve

Presidente dos Estados Unidos declarou que talvez precise destruir o restante do país; conflito segue sem perspectiva de acordo entre Washington e Teerã.

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Em meio à continuidade dos confrontos e à falta de perspectivas para um acordo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a fazer uma declaração sobre a guerra contra o Irã.  Nesta quinta-feira (5) ele afirmou que talvez precise destruir o restante do país do Oriente Médio.
“Eu preferiria não destruir o resto do país, se possível, mas talvez eu tenha que fazê-lo. Vocês saberão em breve”, declarou Trump, conforme informações divulgadas pela rede Al Jazeera. O presidente, no entanto, não apresentou detalhes sobre quais medidas pretende adotar nem confirmou um novo anúncio militar.

A declaração ocorre em um momento de dificuldades políticas para o governo norte-americano. O Partido Republicano, aliado de Trump, perdeu o controle do Congresso nas eleições de meio de mandato. Sendo assim,  o resultado possivelmente dificultará a aprovação de propostas e a continuidade de algumas iniciativas da administração presidencial.

A guerra contra o Irã também enfrenta críticas dentro dos Estados Unidos, principalmente pelos impactos na segurança e pelos elevados gastos relacionados às operações militares no Oriente Médio.

Ataques continuam e acordo permanece distante

Enquanto o cenário político americano passa por mudanças, os confrontos no Oriente Médio continuam. Na madrugada da última terça-feira (3), a ilha iraniana de Qeshm foi alvo de ataques atribuídos aos Estados Unidos.

Segundo informações divulgadas pela agência Reuters, um alto funcionário iraniano afirmou que Washington e Teerã ainda estão longe de alcançar um acordo para encerrar o conflito.

Os efeitos da perda de controle republicano no Congresso deverão ser sentidos de maneira mais ampla a partir de 2027, quando os novos parlamentares assumirão oficialmente seus mandatos.

Até lá, a continuidade da guerra e as próximas decisões de Trump permanecem no centro das atenções da política internacional.

 

 

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